Por Deyvisson Fernandes Barbosa
O que seria a
famosa dúvida metódica de Descartes? E por que o nome metódica?
Quem era Descartes? Esta é uma pergunta que nos ajuda a resolver as
questões precedentes. Vale lembrar que Descartes era um
racionalista, ou seja, defendia que o conhecimento só podia ser
alcançado pela razão,
e que é tido como o “pai” da modernidade.
Descartes escreveu
alguns livros, entre os quais, O Discurso do método e As Meditações
Metafísicas. O Filósofo racionalista viajou bastante e pôde estar
em contato com diferentes povos, logo diferentes culturas. É preciso
salientar que a Filosofia surge com o espanto, como dizia
Aristóteles. A Filosofia cartesiana, como é conhecida a Filosofia
de Descartes, vai surgir justamente do espanto, mais especificamente
da dúvida.
Descartes começa a
duvidar de tudo, Olha que maluco!! Ele vai buscar estabelecer dúvida
em tudo que for possível, até mesmo de sua existência. É muita
estranho!!! Você não acha? Oque se pode obter duvidando até de
sua própria existência? Alguns diriam que é o cognome de louco,
porém o que Descartes conseguiu foi muito mais além, um método
para se descobrir a veracidade nas coisas
Então, como vemos,
Descartes privilegiou mais o método a ser seguido, segundo ele
erramos pelo caminho que seguimos. O seu método, mais eficaz para
ele, é justamente o de pôr tudo em dúvida até se encontrar aquilo
de que não se possa haver dúvida. Nessa sua “longa trajetória”,
Descartes consegue refutar muitas teorias que apresentaram dúvida
perante o crivo da razão.
De todo esse
estudo, ele consegue descobrir que existe. Agora parece tudo
loucura!!! Como ele conseguiu chegar a essa certeza? Ora o famoso
penso
logo existo,
é a verdade que ele consegue descobrir. Ora se eu duvido eu penso,
se eu penso, logo existo. Vimos que Descartes não podia duvidar de
que duvidava nem de que existia.


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