segunda-feira, 9 de junho de 2014

A dúvida Metódica de Descartes


Por Deyvisson Fernandes Barbosa
O que seria a famosa dúvida metódica de Descartes? E por que o nome metódica? Quem era Descartes? Esta é uma pergunta que nos ajuda a resolver as questões precedentes. Vale lembrar que Descartes era um racionalista, ou seja, defendia que o conhecimento só podia ser alcançado pela razão, e que é tido como o “pai” da modernidade.
Descartes escreveu alguns livros, entre os quais, O Discurso do método e As Meditações Metafísicas. O Filósofo racionalista viajou bastante e pôde estar em contato com diferentes povos, logo diferentes culturas. É preciso salientar que a Filosofia surge com o espanto, como dizia Aristóteles. A Filosofia cartesiana, como é conhecida a Filosofia de Descartes, vai surgir justamente do espanto, mais especificamente da dúvida.
Descartes começa a duvidar de tudo, Olha que maluco!! Ele vai buscar estabelecer dúvida em tudo que for possível, até mesmo de sua existência. É muita estranho!!! Você não acha? Oque se pode obter duvidando até de sua própria existência? Alguns diriam que é o cognome de louco, porém o que Descartes conseguiu foi muito mais além, um método para se descobrir a veracidade nas coisas
Então, como vemos, Descartes privilegiou mais o método a ser seguido, segundo ele erramos pelo caminho que seguimos. O seu método, mais eficaz para ele, é justamente o de pôr tudo em dúvida até se encontrar aquilo de que não se possa haver dúvida. Nessa sua “longa trajetória”, Descartes consegue refutar muitas teorias que apresentaram dúvida perante o crivo da razão.
De todo esse estudo, ele consegue descobrir que existe. Agora parece tudo loucura!!! Como ele conseguiu chegar a essa certeza? Ora o famoso penso logo existo, é a verdade que ele consegue descobrir. Ora se eu duvido eu penso, se eu penso, logo existo. Vimos que Descartes não podia duvidar de que duvidava nem de que existia.

 Deyvisson é estudante do Curso de Filosofia da UFAL.
   

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